segunda-feira, 10 de novembro de 2014

POTENCIAL CARGA ÁCIDA RENAL DO ALIMENTOS - PRAL

           Oncologista fala o que é PRAL, e da propriedade terapêutica da água com PRAL negativo.

 







   

     


O que é meio alcalino e ácido e como essa relação repercute no meio ambiente do sangue e das células?

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   O fisiologista francês Dr. Alexis Carrel, ganhador de prêmio Nobel de medicina em 1912, conseguiu manter com vida, por 28 anos, uma cultura de células cardíacas de um embrião de galinha. E como?  Trocando a água diariamente e conservando-as banhadas em um fluido ligeiramente alcalino até o dia em que resolver parar com o experimento.
    Concluiu o referido Dr. que a vida celular saudável depende basicamente em propiciar um adequado equilíbrio ácido/base dos líquidos ao seu redor. Este equilíbrio é prejudicado por fatores psicológicos adversos, alimentação industrializada em excesso, stress ou o que quer que seja, devido aos resíduos ácidos nocivos por serem extremamente oxidantes. Estes fatores associados a causas naturais como respiração, reações metabólicas como a queima de energia, e digestão por exemplo, também produzem radicais livres ruins, que causam lesão e envelhecimento das células. A acidose crônica tem que ser reconhecido e tratado como o verdadeiro vilão do envelhecimento e das doenças degenerativas

ÁCIDO x ALCALINO


    Quando optamos pela preservação, prevenção e revitalização da saúde física, equilíbrio emocional e potência mental com o objetivo de usufruirmos o máximo da nossa condição humana, é fundamental que nos conscientizemos de que, por mais impossível que possa parecer, tudo isso depende, diretamente, da qualidade de vida de nossas células – a qual, por sua vez, reflete a diferença do potencial de hidrogênio (pH) entre os líquidos intra e extra celulares. Lembro que nosso sangue é levemente alcalino, e até 70% do nosso corpo é água.
    Classifica-se como alcalina qualquer substância composta por moléculas que tenham excesso de elétrons (em relação aos prótons) na última camada eletrônica, ou qualquer movimento físico, atitude mental e emoção/sentimento cujo resultado metabólico disponibilize um superávit de elétrons, armazenados no organismo como resíduos alcalinos. Possuem carga negativa e são doadores de elétrons nas ligações químicas para ficarem estáveis, isto é, com 8 elétrons na última camada eletrônica.
    Ácidos são todos os compostos com excesso de prótons, porém devido a esta carência, são receptores de elétrons. Por esta razão possuem carga elétrica positiva O equilíbrio ácido base depende do parelhamento entre íons (qualquer molécula com capacidade para ceder ou atrair elétrons) de cargas opostas. Por exemplo as reações químicas do corpo produzem os radicais livres, moléculas que formam o meio ácido.

A VIDA CELULAR

   
   A qualidade de vida de uma célula está diretamente relacionada à diferença de potencial entre os líquidos intra e extracelulares. É essa diferença que faz com que a célula pulse, viva! O líquido interno precisa conservar uma carga ligeiramente positiva, isto é, com o pH ácido. O líquido extracelular, no qual a célula está mergulhada, por outro lado, tem que ser mantido negativamente polarizado, isto é, com o pH ligeiramente alcalino.
    Qualquer diminuição na diferença entre as cargas bioelétricas desses dois líquidos refletir-se-á na desaceleração da pulsação celular. E células desvitalizadas são sinônimo de células envelhecidas.
    O mecanismo mais comum para que isso ocorra
é a acidificação dos líquidos extracelulares, que variam rapidamente de acordo com o que acabamos de ingerir. Açúcar e farinha branca, frituras em óleos ranços, alimentos aditivados pelo progresso industrial, bebidas gasosas etc., enfim, tudo aquilo que já conhecemos como alimentos de natureza bioestática e biocida, são os grandes protagonistas desse quadro onde as células mortas, igualmente acidificantes, só tendem a acelerar ainda mais o processo do envelhecimento. Pelo tempo que esse ciclo vicioso estiver em vigor, o organismo manter-se-á sob padrões de degenerescência orgânica.

MINERAIS & EMOÇÕES


    Os minerais são os mais potentes ionizadores (íons - moléculas que doam ou recebem elétrons) dos nossos líquidos corpóreos, onde funcionam como marca-passos para a manutenção da pulsação celular.
    Cálcio, zinco, ferro, magnésio, sódio, potássio e manganês são fortes alcalinizantes e atuam como elementos energizantes e neutralizadores, com uma boa carga negativa pronta a ser liberada.
Fósforo, súlfur (enxofre), cloro, iodo, bromo, flúor, cobre e sílica são poderosos acidificantes, com excesso de íons positivos indispensáveis à otimização dos líquidos da saliva bucal, do ácido clorídrico estomacal, do ácido docosahexaenóico (DHA) cerebral etc., assim como para o perfeito desempenho das funções dos líquidos intracelular.
    Semelhantes aos minerais, as emoções, os sentimentos, a agilização ou quietude mental ou física, também têm potencial para alcalinizar ou acidificar partes do organismo em questão de frações de segundos.
    Os problemas aparecem quando entramos na ciranda da simpaticotonia, que sempre funciona nos dois sentidos, do estresse tendendo a acidificar o sangue, e da acidificação do sangue gerando o estresse. As glândulas, hipersensíveis às variações do pH, estão sempre espelhando as variações iônicas por meio da liberação de hormônios que, por sua vez, condicionam o humor, as emoções, os sentimentos etc., que dão o tom à vida, voltando a interagir com o próprio campo eletromagnético que os gerou.
   Um organismo acidificado tende a manifestar sentimentos, emoções e reações ácidas? O estresse, a raiva, a inveja, a ansiedade, o ciúme, os julgamentos, os exercícios extenuantes, as competições, o calor, a secura etc., também induzem à acidificação do organismo em questão de segundos. Do mesmo modo, é comum ao organismo devidamente alcalinizado compartilhar frequências, sentimentos e emoções prazerosos, enquanto que um estado meditativo ou de oração, a vivência do amor, do bem, do belo, da verdade, do prazer, da compaixão, do yoga, do frio, da umidade etc., são alimentos de grande potencial alcalinizante.

O ÁCIDO CLORÍDRICO


    O ácido clorídrico (HCl) é o único ácido forte produzido pelo próprio organismo em condições normais. Protagonista número um do início de uma boa digestão, é por meio da sua propriedade extremamente corrosiva que o bolo alimentar recebe o seu último cozimento, no qual qualquer microrganismo é extinto e qualquer incompatibilidade alimentar é equalizada. Se ele falhar, todo o processo digestivo fica comprometido. Apesar de se dizer que a partir dos 25 anos o ácido clorídrico começa a enfraquecer, sua deficiência já está sendo detectada em inúmeros indivíduos mais jovens, muito provavelmente em decorrência da qualidade da alimentação moderna. Todos os outros ácidos encontrados no organismo são frutos do metabolismo do que ingerimos (alimentos, fumo, drogas, medicamentos etc.), do estresse (muscular, emocional, mental etc.) ou ainda da energia que nos é transmitida do meio ambiente (zonas geopáticas, radiação, poluição etc.).

SISTEMAS TAMPÃO


    Para que o pH do sangue seja mantido dentro dos seus limites, contamos com inúmeros sistemas de proteção conhecidos como sistemas tampão – mecanismo pelo qual o organismo consegue absorver ou neutralizar os resíduos ácidos que a corrente sanguínea não tem mais condição de acumular, e que os pulmões ou os rins, por incapacidade ou sobrecarga, encontram-se sem condições de eliminar.

   Quando utilizamos os tecidos conjuntivos como esponjas metabólicas? o lixo ácido é acumulado ao nível do colágeno. E se esse padrão não for interrompido, a estrutura coloidal dos tecidos tende a se transformar num gel cada vez mais espesso, que acaba se solidificando e provocando deformações estruturais.
    Para neutralizar uma acidez do pH sanguíneo, o organismo tende a utilizar-se do fosfato de cálcio sob a forma mineral da hidroxiapatite, poderoso alcalinizante que estocamos em abundância nos ossos. Este, quando em meio ácido, se dissolve rapidamente e deságua na corrente sanguínea até que o pH do sangue volte ao normal. Assim, em detrimento da densidade óssea, a possibilidade de um colapso metabólico é neutralizada.
    Pelo que acaba de ser exposto, e pelo que ainda virá a ser dito, urge que seja amplamente divulgada, como um serviço educacional de saúde pública, a informação de que a acidez da corrente sanguínea com todas as suas consequências patológicas não é castigo de Deus, nem tampouco um jogo de sorte ou azar. Ela é simplesmente o reflexo da qualidade dos alimentos ingeridos, da Inter relação do organismo com o meio ambiente que frequenta e das atitudes mentais geradas pelo Ser.

A ACIDIFICAÇÃO DO ORGANISMO


    Rins e pulmões são os mais importantes portais de eliminação do lixo ácido. Os ácidos voláteis ou fracos, oriundos do metabolismo das proteínas de origem vegetal, são mais fáceis de serem normalmente eliminados pelos pulmões. Entretanto, a eliminação dos ácidos fortes, derivados do metabolismo das proteínas animais e elementos químicos, é restringida pelas limitações dos rins.
Desde que os ácidos sejam passíveis de ser naturalmente eliminados, a boa saúde do organismo não está ameaçada. Mas, se começamos a somar a ausência de vitaminas e sais minerais, dos quais depende a eficácia das enzimas digestivas e do ácido clorídrico, ao excesso de consumo de proteínas, logo começaremos a viver nos limites do perigo. E se a esse quadro adicionarmos uma corrente sanguínea constantemente sobrecarregada de resíduos ácidos, e mais rins e pulmões inadimplentes, aí sim, passamos a conviver com processos de degenerescência gritantes.

    No caso de um excesso de proteínas animais vir a acionar o sistema tampão dos tecidos conjuntivos, os resíduos ácidos resultantes do seu metabolismo irão se fixar ao nível do colágeno, proteína responsável pela sustentação, respiração, nutrição e hidratação de todas as células e tecidos do corpo. E aí aguardarão até que a corrente sanguínea volte a se alcalinizar, ao trocar seu processo de acidificação diurna, resultante dos mecanismos de assimilação e estocagem, pelo de eliminação e revitalização noturna, para alcançarem os rins e serem eliminados.

    Apesar de ser fácil e bastante comum a medição do pH da urina e da saliva, o resultado desses exames nos revela unicamente a quantidade do lixo ácido flutuante naquele determinado momento. Por isso, é comum que pessoas que sofrem dos mais diferentes tipos de dor ou mal estar recebam laudos laboratoriais atestando um estado de saúde perfeito ou quase perfeito.
Na ausência de uma metodologia científica adequada, só dispomos de uma lista de sintomas já relacionados ao excesso de acidez, além de também podermos ter certeza da sua presença sempre que temos febre, uma dor ou uma inflamação localizada.

PATOLOGIAS E DISFUNÇÕES ÁCIDAS

    As origens das patologias e dos desequilíbrios abaixo relacionadas podem ser múltiplas, porém todos apresentam como denominador comum um alto grau de acidez.
    Acne, Alergia, Artrite, Asma cardíaca, Bronquite crônica, Cãibra, Cáries, Diabetes, Disfunções hepato-vesiculares, Disfunções renais e urinárias, Dores musculares, Eczemas secos, Enxaquecas, Espasmos, Estado de espírito agitado, Exaustão, Fadiga matinal, Fibromialgia, Fome excessiva, Fraqueza, Gases, Gastrite, Gengivite, Gota, Hiperglicemia diabética, Hipertireoidismo, Infecções em geral, Infertilidade, Inflamação péptica, Leucemia, Leucorréia, Língua carregada de mucos (principalmente na parte posterior), Lombalgia, Mãos úmidas e frias, Mau hálito, Mau humor, Osteoporose, Paradontose, Pele grossa (principalmente no rosto), Perturbação do apetite, Perturbação do sono (principalmente entre1 e 3 horas da manhã), Prisão de Ventre, Problemas articulares, Problemas cardiovasculares, Problemas da menopausa, Problemas de concentração, Problemas de gravidez, Problemas de memória, Problemas de circulação (hipotenia), Problemas nos músculos, tendões e ligamentos, Queda de cabelos, Raiva, Reumatismo, Sensação de estômago cheio, Síndrome do pânico, Suores excessivos, Tensão pré-menstrual, Tensões musculares, Transpiração nos pés, Úlceras gástricas e duodenais.

ALIMENTOS ACIDIFICANTES


    Os alimentos acidificantes , especialmente os industrializados, são aqueles que, por produzirem fortes ácidos, vão sempre se utilizar das reservas alcalinas do organismo, sobretudo na ausência de enzimas próprias ao metabolismo do alimento, ou de reservas alcalinas oriundas de outros alimentos e/ou suplementos alcalinizantes.
Apesar dos alimentos proteicos serem os primeiros apontados como poderosos acidificantes, com exceção do painço, trigo sarraceno ou mourisco, amaranto, quinoa e dos grãos germinados, a maioria dos cereais, integrais ou não, também acidificam o organismo.
    Generalizando, os proteicos nutrem a forma, enquanto os carboidratos complexos sob a forma dos cereais (cuja forma ainda não tenha sido desintegrada até a hora do seu preparo) e as sementes nutrem o sistema nervoso e a memória genética. Portanto, a questão que se impõe não é a de abandoná-los, mas de aprender a manipulá-los e escolhê-los segundo a compatibilidade (constituição, condição, atividade, localização geográfica, estação do ano etc.) de cada Ser, assim como de neutralizar essa acidez com frutas e vegetais, levando igualmente em consideração tudo que acaba de ser citado.
   A acidez das leguminosas e cereais, por exemplo, é amenizada quando são deixados de molho em água a fermentar. No caso particular do arroz e trigo integrais é fundamental que a enzima fitase tenha tempo de ser induzida à ação e metabolize o ácido fítico, que se concentra na película externa, e é um dos maiores ladrões dos minerais alcalinos, ou seja, cálcio, zinco, ferro e magnésio.
   A influência do meio ambiente não deve ser negligenciada, porque assim como os climas quentes e secos induzem a uma acidificação orgânica, os climas frios e úmidos alcalinizam. Essa é uma das razões mais importantes para que comamos as frutas e os vegetais da estação e adaptemos o modo de cozimento também à fenomenologia não só da estação como também do dia: frio ou quente; úmido ou seco; com muito vento ou sem brisa alguma, etc.
    Nos climas quentes e secos, por exemplo, o organismo tende naturalmente a acidificar-se. Por isso, a predominância de alimentos alcalinos – mais aquosos, refrescantes e de digestão mais leve e rápida – colabora com a manutenção do equilíbrio homeostático do organismo. Assim, quem vive em zonas extremamente quentes e áridas, como o deserto, necessita cerca de 95% de alimentos alcalinizantes e mais aquosos.
    Os climas frios e úmidos induzem à alcalinização natural do organismo. Assim, os alimentos mais ácidos, mais secos e de digestão mais lenta (como as oleaginosas, as sementes e as carnes) são os que melhor promoverão o seu aquecimento e o seu equilíbrio hídrico. Por isso, para os esquimós, a alimentação à base de carne de peixe gordurosa realmente é a dieta ideal.
O que não se pode nunca esquecer é que veneno é uma simples questão de quantidade e de incompatibilidade com o meio ambiente ou com a capacidade metabólica de cada individuo. Por isso, quando o meio ambiente se apresenta com muita turbulência, como no caso de ventanias, muita chuva, trovões etc., deve-se comer o menos possível, para que a energia necessária ao reequilíbrio homeostático não seja desviada para o processo da digestão, do contrário nenhum dos dois objetivos será satisfatoriamente alcançado.

    Os laticínios obtidos com cuidados biológicos, e não pasteurizados, produzem cetonas e ureia, ácidos com fraco poder de acidificação. Esses mesmos laticínios, quando submetidos a um processo de lacto-fermentação natural (iogurte, coalhada…) tornam-se alcalinizantes.
    Já laticínios produzidos por uma agropecuária que se utiliza de produtos químicos, ou que tenham sofrido pasteurização (eliminação das enzimas responsáveis pelo seu processo de decomposição natural), são altamente acidificantes e, portanto, poderosos promotores da osteoporose, das cáries, da artrite e de todas as mazelas que o acúmulo de lixo ácido no organismo é capaz de promover. Isso porque a pasteurização, além de destruir as enzimas, também destrói a vitamina C e a bi vitalidade do alimento. Além do mais, modificando a estrutura das moléculas proteicas, a pasteurização torna esses alimentos totalmente indigestos.
    Alimentos ricos em alcaloides, como café, chá e chocolate, também são ricos em purinas e, portanto, acidificantes. Diferentemente dos humanos, os animais carnívoros têm, por natureza, a enzima úrica que os protege da sobrecarga do ácido úrico, causa de tantos reumatismos gotosos, das litíases renais etc.
De modo semelhante ao açúcar, são igualmente acidificantes todas as gorduras e óleos: hidrogenados (cuidado com as margarinas ou qualquer outra gordura hidrogenada hoje embutida em todos os alimentos derivados da indústria alimentícia), refinados, sintéticos, todos os trans? e tudo que seja oposto aos óleos vegetais extra virgens, resultantes da primeira extração a frio.

    São também acidificantes todos os alimentos velhos ou que:

- Não concluíram o ciclo de maturação no próprio pé.

- Foram gerados por sementes manipuladas ou transgênicas.

- Oriundos de uma agricultura não biológica.

- Tenham tido suas moléculas estouradas pelo congelamento.

- Tenham sido desnaturados, artificialmente enriquecidos, submetidos a irradiação, expostos a campos eletromagnéticos, etc. – em graus diferenciados.

    ALIMENTOS ALCALINIZANTES


  
 Para que um alimento seja considerado alcalinizante ele tem que ter uma boa quantidade de sais minerais e oligo-elementos alcalinos, e gerar ácidos orgânicos fracos.
   Nossa fonte mais rica em sais minerais e oligo-elementos é o oceano. No final do século passado, ao mesmo tempo em que Pasteur descobria como matar os microrganismos patogênicos, René Quinton descobria que os nossos líquidos corpóreos, apesar de bastante mais diluídos, nada mais são do que uma réplica das águas oceânicas de biocenose e que enquanto assim se mantiverem, não há biótico patogênico que neles consiga sobreviver ou célula que não consiga se manter permanentemente jovem e vitalizada, como foi o caso da célula do embrião de galinha, mantida viva por 28 anos.

   Só os alimentos que vêm do mar têm condição de aportar toda a gama de sais minerais necessários à manutenção da saúde dos nossos líquidos intra e extracelular, cuja importância já foi descrita. Assim, tanto o sal marinho natural (não confundir com o sal refinado, que não passa de puro cloreto de sódio iodado, uma aberração alcalina) como os sais de rocha (sedimentos marinhos), as algas marinhas e o plasma marinho, cuidadosamente extraído das águas ressurgentes nos vórtices dos oceânicos (igualmente rico em zooplânctons e fitoplânctons, além de micro cadeias de carbono que os estudiosos dizem ter o poder de ativar a memória do nosso DNA), são os alimentos mais completos em elementos alcalinos.

    Se formos generalizar, as frutas, as verduras e os legumes seriam todos alimentos alcalinizantes, cujas duas maiores riquezas são: sais minerais já ionizados e moléculas vivas de água – na medida que sejam mantidos na sua forma original até a hora de serem preparados para consumo, já que a carga elétrica de suas moléculas depende do campo eletromagnético no qual se encontra inserido, e este depende da forma do alimento como campo gravitacional.

    A saúde do corpo depende da higiene alimentar, pois é nos intestinos que a grande maioria das doenças floresce. Entretanto, devido à baixa qualidade dos alimentos atuais e à vida muito estressante (leia-se acidificante) que levamos, uma alimentação com maior percentagem de frutas e verduras da mais alta qualidade e a suplementação com água alcalina, não pode mais ser negligenciada nem classificada como supérflua, sobretudo quando sabemos que a acidificação do organismo extrapola a saúde física e atinge as esferas do bem-estar emocional e da sanidade mental.



   A adoção de uma dieta com um elevado teor de acidez, que inclui a ingestão de produtos de origem animal, aumenta o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2, sugere um estudo publicado na revista “Diabetologia”.
 

    A dieta ocidental rica em produtos de origem animal e outros alimentos ácidos pode induzir a presença de uma elevada quantidade de ácido que não é compensada pela ingestão de fruta e vegetais. Isto pode causar acidose metabólica crônica e conduzir a complicações metabólicas.
 

   O aumento da acidez pode reduzir a capacidade da insulina se associar apropriadamente aos seus recetores  e reduzir a sensibilidade do organismo à insulina. Com base nesta informação, os investigadores do Centro de Investigação em Epidemiologia e Saúde da População, em França, decidiram analisar se o aumento da acidez causada pela ingestão de alimentos elevava o risco de diabetes tipo 2.
 

   O estudo incluiu a participação de 66.485 mulheres, as quais foram acompanhadas ao longo de 14 anos. A carga ácida das participantes foi calculada a partir carga ácida renal potencial (PRAL, sigla em inglês para Potential renal acid load) e dos valores da produção endógena de ácido (NEAP, sigla em inglês), técnicas utilizadas para apurar o consumo de ácido através da dieta.
 

   Ao longo do período de acompanhamento, ocorreram 1.372 novos casso de diabetes tipo 2. Aqueles cujos valores de PRAL se encontravam no quartil superior, ou seja os 25% dos participantes que consumiam uma dieta mais ácida, apresentavam um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 comparativamente com aqueles incluídos no quartil inferior. O risco foi ainda maior para as mulheres com peso considerado normal, comparativamente com aquelas com excesso de peso. Os valores de NEAP mostraram riscos similares.
 

   “Uma dieta rica em proteínas animais pode favorecer a carga ácida, enquanto a maioria das frutas formam percursores alcalinos que podem neutralizar a acidez. Contrariamente ao que a maioria da população acredita, a maioria das frutas como pêssegos, maçãs, pêras, bananas e até limões e laranjas podem diminuir a carga de ácido após serem processadas”, revelaram em comunicado d e imprensa, os autores do estudo.
 

   Os investigadores demonstraram, pela primeira vez, que a carga ácida da alimentação está associada ao risco de desenvolvimento diabetes tipo 2, sendo esta associação independente de outros fatores de risco conhecidos da diabetes.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

O potencial alcalinizante e acidificante dos alimentos - PRAL .

Alimentos que acidificam o sangue

Por Dr. Gustavo Vilela 23/09/2014
 

Hoje em dia, fala-se bastante sobre o poder acidificante e alcalinizante dos alimentos. O que vem a ser isso?


Vamos escrever um pouco sobre esse assunto sob o ponto de vista científico, deixando de lado conceitos sem fundamento ou respaldo.


O primeiro conceito a ser lembrado é o do pH, que é a escala que mede a acidez ou alcalinidade das substâncias.


pH abaixo de 7 = ácido


pH de 7 = neutro


pH acima de 7 = alcalino


A vida na Terra depende de níveis apropriados de pH dentro e fora das células e organismos. Por exemplo, o pH dos oceanos varia entre 8,1 a 8,12.


A vida humana, por outro lado, requer um controle rigoroso do pH sanguíneo, mantendo um pH levemente alcalino entre 7,35 e 7,45.


Quando falamos em dieta acidificante ou alcalinizante, não estamos nos referindo ao sabor ácido ou alcalino do alimento, e sim à capacidade do alimento de, após ser digerido, gerar uma carga ácida ou alcalina no organismo.


Como um alimento pode gerar carga ácida ou alcalina no metabolismo? 


Por meio de sua composição. É o chamado Potencial de Carga Ácida Renal (do inglês Pral). O Pral é calculado levando em conta a composição química do alimento:


sulfato + cloreto + (1,8 x fosfato) – [sódio + potássio + (2 x cálcio) + (2 x magnésio)]


Quanto mais sulfato, cloreto e fosfato, maior a carga ácida (mais acidez gera o alimento).


Quanto mais sódio, potássio, cálcio e magnésio, menor a carga ácida (mais alcalinidade gera o alimento).


Bem, tem gente que já calculou isso pra facilitar nosso trabalho:


Alimento PRAL (mEq) de: Cl + P04 + SO4 − Na − K − Ca − Mg


Queijo parmesão 34.2


Queijo processado 28.7


Queijo cheddar 26.4


Gema de ovo 23.4


Queijo curado (média) 19.2


Arroz integral 12.5


Queijo fresco 11.3


Truta 10.8


Peru 9.9


Vitela 9.0


Queijo cottage 8.7


Amendoim 8.3


Carne de vaca magra 7.8


Bacalhau 7.1


Nozes 6.8


Macarrão comum 6.5


Sucrilhos 6.0


Arroz branco 4.6


Farinha de centeio refinada 4.1


Lentilha 3.5


Pão de trigo integral 1.8


Iogurte integral 1.5


Clara de ovo 1.1


Sorvete 0.8


Leite integral 0.7


Manteiga 0.6


Azeite de oliva 0.0


Açúcar branco −0.1


Mel −0.3


Pepino −0.8


Suco de uva sem açúcar −1.0


Brócolis −1.2


Suco de maçã sem açúcar −2.2


Suco de laranja sem açúcar −2.9


Tomate −3.1


Feijão −3.1


Berinjela −3.4


Damasco −4.8


Salsinha −5.2


Banana −5.5


Espinafre −14.0


Uva-passa −21.0


Em linhas gerais, os alimentos de origem animal, farinhas refinadas, castanhas e cereais são alimentos que contribuem com carga ácida mais elevada.


Já os alimentos vegetais trazem menos carga ácida (contribuem para a alcalinidade).


Vejam que interessante: o suco de laranja e o tomate, ambos com “gosto” ácido, têm carga ácida baixa, mostrando que a acidez metabólica não tem a ver com o sabor dos alimentos.


O açúcar tem uma baixa carga ácida, entretanto, isso não faz dele um bom alimento. Devemos lembrar que outros fatores existem, e o açúcar traz toda a problemática já conhecida na saúde.


Agora vejamos que, em relação à carga ácida da dieta humana, houve enorme mudança da Era Paleolítica até os dias de hoje.


Com o advento da agricultura (cultivo de grãos) e depois a industrialização, houve decréscimo no teor de potássio da dieta, bem como aumento do consumo de cloreto.


Isso resultou numa dieta moderna (rica em proteína animal, farinha refinada e pobre em verduras e frutas) que induz a acidose metabólica, ou seja, é uma dieta que não está em sintonia com nossas necessidades geneticamente determinadas.


Então quer dizer que se nossa dieta é acidificante nosso sangue fica ácido? Não! Como dissemos antes, o pH do sangue é mantido rigorosamente entre 7,35 e 7,45. O corpo tem mecanismos de compensar esse ácido. Tudo é feito para manter o pH do sangue equilibrado.


Mas qual o problema, então, de se comer uma dieta predominantemente ácida por muito tempo? Vamos ver a seguir:


1) Acidose crônica e ossos

A produção de ácido pela dieta favorece a perda de cálcio pela urina. Dependendo de outros fatores (falta de sol, deficiência de vitamina D, sedentarismo, deficiência hormonal e deficiência de outros nutrientes) essa perda excessiva de cálcio pode levar a perda de massa óssea.


2) Dieta alcalina e músculos

A dieta alcalina preserva os músculos à medida que envelhecemos. Recentemente, um estudo mostrou inclusive que o uso de bicarbonato de sódio em atletas foi capaz de melhorar a performance e a recuperação muscular, justamente pelo efeito alcalinizante.


3) Suplementação alcalina e hormônio de crescimento

O uso de bicarbonato de sódio na dieta para neutralizar a carga ácida alimentar resulta em aumento da liberação de hormônio de crescimento, especialmente em mulheres na pós-menopausa. Isso pode mehorar a qualidade de vida, reduzir o risco cardiovascular, melhorar a composição corporal, melhorar a memória e o raciocínio. Além disso, reduz a perda de cálcio pela urina. 


4) Dieta alcalina e dores nas costas

Há estudos que mostram que dieta rica em minerais alcalinizantes melhora a dor crônica nas costas. 


5) Dieta alcalina e sistema cardiovascular

O maior consumo de frutas e vegetais na dieta alcalina melhora a oferta de potássio, que reduz o desgaste muscular e diminui o risco de doenças como pressão alta e derrames.


6) Dieta alcalina e metabolismo

O aumento no magnésio dentro das células é outro benefício da dieta alcalina. O magnésio participa de centenas de reações químicas no corpo, e facilita a ativação da vitamina D, que, por sua vez, resulta em benefícios adicionais em todos os sistemas. 


7) Dieta alcalina e câncer

Há estudos publicados mostrando que uma dieta alcalina e vegetariana tem papel na prevenção e tratamento do câncer (auxiliando na redução do tumor e diminuindo os efeitos danosos da quimioterapia).


8) Dieta alcalina e microbiota intestinal

A dieta rica em fibras, frutas e verduras favorece o crescimento de bactérias benéficas intestinais, que produzem ácido lático do tipo L. Esse tipo de ácido é absorvido e auxilia na regeneração celular e na redução da quantidade do ácido lático de tipo D, que é mais danoso e relacionado aos processos patológicos (câncer, trombose, isquemia, traumas etc.)


Portanto, é prudente priorizarmos, sempre que possível, alimentos alcalinos de modo continuado, para evitarmos diversas doenças crônico-degenerativas.

Isso significa consumir uma dieta rica em hortaliças, frutas e água alcalina.


Referências

Schwalfenberg, GK. The Alkaline Diet: Is There Evidence That an Alkaline pH Diet Benefits Health? Journal of Environmental and Public Health, 2012; vol. 2012, 7 pages.

Barzel, US and Massey, LK. Excess dietary protein can adversely affect bone. J Nutr. 1998 Jun;128(6):1051-3.

Remer T, Manz F. Potential renal acid load of foods and its influence on urine pH. Journal of the American Dietetic Association. 1995;95(7):791–797.

Remer T, Manz F. Estimation of the renal net acid excretion by adults consuming diets containing variable amounts of protein. American Journal of Clinical Nutrition. 1994;59(6):1356–1361.

W. F. Boron, “Regulation of intracellular pH,” Advances in Physiology Education, vol. 28, pp. 160–179, 2004.

L. Frassetto, R. C. Morris Jr., and A. Sebastian. Potassium bicarbonate reduces urinary nitrogen excretion in postmenopausal women. Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, vol. 82, no. 1, pp. 254–259, 1997

N. Raghunand, X. He, R. Van Sluis et al., “Enhancement of chemotherapy by manipulation of tumour pH,” British Journal of Cancer, vol. 80, no. 7, pp. 1005–1011, 1999.

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Shahar S et al. Roles of diet, lifetime physical activity and oxidative DNA damage in the occurrence of prostate cancer among men in Klang Valley, Malaysia. Asian Pac J Cancer Prev. 2011;12(3):605-11.

Gustavo Vilela é médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Docente do Curso de Pós-Graduação em Nutrição (Hospital Albert Einstein) - Módulo Nutrição e Oncologia.
Especialista em Onco-Hematologia pela USP e Universidade de Paris, França.

Avaliação do potencial alcalinizante de água mineral e da rede após filtragem em elementos ionizantes filtrantes Acqualive ARW Nanno

15/10/2014, POR Valéria Paschoal
 

Introdução: O pH normal do sangue deve ser mantido dentro de uma faixa estreita (7,35-7,45) para o funcionamento adequado dos processos metabólicos e para a liberação de quantidades corretas de oxigênio nos tecidos. O poder alcalinizante ou acidificante de um alimento é determinado a partir do conteúdo de sulfato, cloreto, fósforo, potássio, magnésio, sódio e cálcio, e pode ser calculado através do PRAL. 


Objetivo: Avaliar a composição química e cálculo do PRAL de amostras de água após passar por processo de purificação e ionização em elementos filtrantes Acqualive ARW Nanno. 


Métodos: Em dois filtros, foi colocada água comum de torneira pré-tratada, e, em outros dois, água mineral engarrafada comercialmente disponível no estado de São Paulo. Foi levantado da internet um total de 300 águas minerais comercialmente disponíveis no Brasil para comparação. O PRAL foi calculado para todas as amostras coletadas e águas minerais incluídas através da fórmula de Remer & Manz, adaptada para águas minerais. Os valores foram expressos em média ± desvio padrão. O teste t pareado bicaudal foi utilizado para comparação da composição das águas e p<0,05 foi considerado como valor de corte. 


Resultados: Houve um aumento estatisticamente significante (IC 95%: -54,00 – -39,16; p<0,0001) no conteúdo de magnésio após o processo de filtragem independente da origem da água. Juntamente com o aumento significante do pH (IC 95%: -2,702 – -2,548; p<0,0001), observou-se uma redução estatisticamente significante do valor de PRAL (IC 95%: 1,418 – 2,081; p<0,0001), evidenciando que o processo foi capaz de tornar a água mais alcalinizante. O valor médio do PRAL encontrado para as águas comercialmente disponíveis em território brasileiro foi -0,66 mEq/ L; similar à média encontrada nas amostras de água antes da filtragem. Apenas 10,1% das águas minerais analisadas tem PRAL inferior a -1,9, valor encontrado nas amostras após o processo de filtragem. 


Conclusão: Após processo de filtragem em elementos ionizantes Acqualive ARW Nanno, ocorreu um aumento significante no conteúdo de magnésio, pH e redução do PRAL, podendo promover efeitos benéficos, como manutenção da saúde óssea, preservação de massa magra e redução do risco de doenças como hipertensão, enxaqueca e doença de Alzheimer.

Para saber mais, veja esta análise :

https://drive.google.com/file/d/0B9kZ8kdTP4esLU5zdjAwWHBIR2c/view?usp=sharing 

     


 
Ensaio Laboratorial 
  
NOME ACQUA LIVE SUL POSTO/AMOSTRA 003/099276
DATA DE ENTRADA 20/11/2012 19:14 DATA DE COLETA 20/11/2012 19:15
ACQUA LIVE SUL LTDA ME (>)


Tipo de Amostra: Água tratada rede pública (após filtragem)
Coletado: 20/11/2012 Recebido: 20/11/2012
Responsável pela Coleta: Toxilab

pH

Resultado: 8,80 Valor Máximo Permitido: 6,0 a 9,5
Método: Potenciométrico
Faixa de Indicação: 0 a 14

Identificação da Amostra: Sistema filtrante Acqua Live

Coliformes Totais Ausência em 100 mL Ausência em 100 mL Substrato enzimático ONPG-MUG
Escherichia coli Ausência em 100 mL Ausência em 100 mL Substrato enzimático ONPG-MUG

CLORO RESIDUAL LIVRE
Resultado: nd mg/L Valor Máximo Permitido: 5 mg/L
Método: Comparativo
Limite de detecção: 0,1 mg/L

FLUORETO
Resultado: 0,13 mg/L Valor Máximo Permitido: 1,5 mg/L
Método: Cromatografia Iônica
Limite de detecção: 0,02 mg/L

NITRATO
Resultado: 0,78 mg/L Valor Máximo Permitido: 10 mg/L
Método: Cromatografia Iônica
Limite de detecção: 0,03 mg/L

CÁLCIO
Resultado: 7,3 mg/L Valor Máximo Permitido: -- mg/L
Método: ICP-OES
Limite de detecção: 0,0046 mg/L

MAGNÉSIO
Resultado: 59,0 mg/L Valor Máximo Permitido: -- mg/L
Método: ICP-OES
Limite de detecção: 0,0048 mg/L

POTÁSSIO
Resultado: 9,6 mg/L Valor Máximo Permitido: -- mg/L
Método: ICP-OES
Limite de detecção: 0,061 mg/L

Potencial Redox : 61 mV Valor Máximo Permitido -- mV
Método: Eletrometria
   
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